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From our holidays...


" (...) Yesterday I wanted to have sent this e-mail along with a few photos, but ended up falling into bed half unconscious. (...) "

Travelling as a whole was a sacrifice.

Although driving went really well with A always asleep, within 10 minutes to reach the airport we got into such a worthy goat way, very horror movie like, the perfect set from where ghosts and lost souls would appear from the bushes to kill people with scare!

But we arrived, we parked the car and went finally to the airport (which is under maintenance) so... apart from the fact that it is already pretty small, had no available waiting room nor space to let us wait with some comfort...

It was 3.30am and A was awake!

In the meantime had a quarrel with the Customer Service's lady in a very contraditory argument where there was only one person right, and that person was me!

Yes, according to the airline website I was allowed to carry a baby changing bag as additional hand luggage at no extra cost. Period.

Baby A fell asleep again at the check-in but decided to wake up the minute before take off! We were in the last row of seats in the aircraft and luckily no one was next to us so we had extra space - but the couple who was seated in front of us was already blewing bubbles with all that baby/toddler kicking their seats back while screaming to be released from the seatbelt at the same time...

We landed into Lisbon with 1H delay and with my grandparents waiting for us at the airport since 7.30am!

The chance to rest was little and we drove more than originally planned, always from here to there, from there to here, unleashed and endless turmoil, my dear baby girl so not looking like her at all - uncertain, sleepy, afraid, confused, strange - and yet she recognized her great-grandparents who embraced technology and got to know new terms such as Windows 10, Skype and Facebook just to watch her grow before finally meet her.

It was also at her great-grandparents' house - a house where so many children were born, raised and grow, with family stories over 70 years of age that A took her first steps - unexpected balance that astonished, amazed and an incredible new perspective of the world. So surprised and fascinated.

We were silent, attentive and overwhealmed.

Three steps and she reached us.

Country House.

Back as if it hadn't past two years, but only a couple of weekends.

All the same, all so adored, built with love, dedication and inevitable disagreements over the years... It's part of life.

A piece of land that began being just a portion of land, to become firstly a garage with remaining land and now a small and secluded hideaway of relics, trees and classic furniture.

Dreams, hopes, memories.

The smell, the feeling of confidence, of being at home, of how good was to spend the weekends during school terms - specially when it was not necessary to study for any exam - the eternal hours spent on the armchair reading endless historical novels, weekends as a scape from the week in the city, whether it rained and we had to light the fireplace while eating cakes and drinking hot cuppas with shawls on our backs and shoulders, whether it was to spend summer evenings in shorts, sleveless tops and cold drinks or a cards game on the table.

And we went to the beach. The sea wasn't something new, however seeing it with such freedom and great weather, that was something new indeed to baby A.

The sand world belonged to her; the chance to be nappy-free too. She crawled into the water bravely, as if she was about to be transformed into a mermaid, as if she was used to coexiste with the sea on a daily basis...

And then the bustle returned, we managed to eat fried cuttlefish on a beachfront restaurant, we had a wedding with everything that was good, traditional and with plenty of guests too; stopping in Mafra was mandatory and essential, and then we got another couple of days to rest.

The Dress.

No, she wasn't carrying the Bride & Rroom rings, she wasn't the Flower Girl; she was the girl that forced us to stay in the back row at the Church, the nearest row of the exit. She wasn't the most well-behaved kid, but wasn't the uncontrolable and terrifying one either.

However, dressed in that handmade dress, made to and only for her, made her the most pleasurable vision for two absolutely amazed parents: Me and M!

She just wore the white cardigan when the evening got colder and the shoes - we ran for two days to catch them! - must have lasted half an hour on her feet, but at least they survived the photoshoot, so as the bow in the hair!

Being back home is good.

Being back does you good.

We are tired but happy to be back and still recovering from a holidays that were almost as tiresome as our hardworking day-to-day with a now 13-months-old little girl, truth must be told!

But... We are back and ready for whatever comes!

" (...) Ontem queria ter enviado este e-mail juntamente com algumas fotografias, mas acabámos por cair na cama meio desmaiados. (...) "

A viagem num todo foi um sacrifício.

Apesar de a viagem de carro ter corrido muito bem com a A sempre a dormir, a 10 minutos de chegarmos ao aeroporto metemo-nos por um tal caminho de cabras digno de um filme de terror, cenário perfeito de onde saem fantasmas e almas penadas dos arbustos nas bermas para matar o pessoal de susto!

Mas chegámos, estacionámos o carro e lá fomos para o aeroporto (que está em obras) e, fora o fato de ser minúsculo, não tinha sala de estar, muito menos espaço para fazermos uma espera minimamente confortável...

Eram 3.30 da manhã e a A estava acordada!

Entretanto, tive direito a uma desavença com a tipa do Atendimento ao Cliente da companhia aérea numa argumentação muito contraditória onde só havia uma pessoa com razão: Eu.

Podia sim, e segundo o website da dita companhia, levar um saco muda-fraldas para bebé como mala adicional de mão a custo zero e ponto final!

A baby A adormeceu na fila do check-in mas decidiu acordar a minutos do avião levantar voo! Fomos na última fila de assentos e por sorte não foi ninguém ao nosso lado, pelo que tivemos espaço extra; ainda assim, o casal que viajava à nossa frente já soprava com as biqueiradas que levava de vez em quando nas costas das cadeiras em conjunto com os pedidos de socorro em modo de gritos para ser libertada do cinto...

Chegámos a Lisboa com 1h de atraso e os meus avós à nossa espera no aeroporto desde as 7.30 da manhã!

A oportunidade para descansar foi escassa e andámos mais vezes de carro do que o inicialmente planeado, sempre daqui para acolá, de acolá para aqui, uma fona desatada e sem fim, a minha querida menina parecendo tudo menos ela - incerta, ensonada, receosa, confusa, estranha - ainda assim reconheceu os bisavós que cederam às tecnologias e passaram a aplicar termos como Windows 10, o Skype e o Facebook para a verem crescer e até que a pudessem conhecer finalmente.

Foi também na casa dos bisavós, na casa que já tanta criança viu nascer, criar e crescer, casa que conta histórias de família há mais de 70 anos, que a A deu os primeiros passos - inesperado equilíbrio que a espantou e nos espantou, ligeireza e uma incrível perspetiva sobre o mundo. Tão surpreendida e fascinada.

Ficámos silenciosos, atentos e delirantes.

Três passos e alcançou-nos.

Casa do Campo.

Regressar como se não tivessem passado dois anos, mas sim apenas um par de fins-de-semana.

Tudo igual, tudo tão adorado, construído com amor, dedicação e desavenças inevitáveis ao longo dos vários anos... Faz parte.

Um pedaço de terra que começou sendo isso mesmo, para depois se tornar numa garagem com terreno por desbravar e agora um pequeno e isolado refúgio de relíquias, árvores e mobília clássica.

Sonhos, esperanças, memórias.

O cheiro, a sensação de confiança, de estar em casa, do quão bom era lá passar os fins-de-semana nos períodos de escola - especialmente quanto não era preciso estudar para nenhum teste - as horas a fio passadas na poltrona a ler romances históricos intermináveis, passar lá numa "fuga" à semana na cidade, quer chovesse e fosse preciso acender a lareira, comendo bolos e bebendo coisas quentes com xailes sob os ombros, quer fosse verão e se passassem finais de tarde na rua de calções, manga à cava e bebidas frescas ou um jogo de cartas na mesa.

E fomos à praia. Não foi novidade ver o mar, mas vê-lo com tamanha liberdade e temperatura ótima, isso foi.

O mundo da areia pertencia-lhe; a possibilidade de andar sem fralda também. Gatinhou para a água com bravura, como se estivesse prestes a transformar-se em sereia, como se convivesse com o mar diariamente...

Depois a azáfama regressou e ainda fomos comer choco frito à beira-mar, tivemos um casamento cheio de pompa, com tudo quanto era bom e tradicional e cheio de convidados também; a paragem por Mafra foi obrigatória e essencial e depois conseguimos mais uns dois últimos dias de descanso.

O Vestido.

Não, não foi Menina das Alianças, não foi Menina das Flores, foi antes a Menina que nos obrigou a ficar na última fila na Igreja, a fila mais próxima da saída. Não foi das mais bem comportadas, mas também não revelou nenhuma essência terrorífica incontrolável.

Porém, vestida naquele vestido feito à mão e à medida, só e apenas para ela, tornou-a a visão de mais puro prazer para dois pais absolutamente maravilhados: Nós.

O casaquinho branco só o vestiu quando a noite arrefeceu e os sapatos - corremos durante dois dias para os apanharmos! - devem ter durado meia-hora nos pés, mas sobreviveram às fotografias, tal como o laço na cabeça.

Voltar a casa é bom.

Voltar faz bem.

Cansados, mas felizes por estar de volta e ainda a recuperar de umas férias que foram quase tão cansativas quanto o quotidiano trabalhoso com uma miúda de 13 meses, verdade seja dita!

Mas... Estamos de regresso e prontos para o que der e vier!

#FirstHolidays #Travellingwithkids #Photography #Wedding #Babygirl

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